domingo, 16 de outubro de 2011

Depois de meses fechado, o acervo da Pinacoteca reabre ao público com panorama da arte brasileira

Depois de meses fechado, o acervo da Pinacoteca reabre ao público com panorama da arte brasileira

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PARALELOS | A obra de Leon Ferrari divide espaço com naturezas-mortas



Com mais de um século, ele já é um senhor respeitado. E mudou muito desde sua criação, com míseras 26 pinturas.

O acervo da Pinacoteca do Estado está afastado do público desde dezembro, quando o segundo andar do museu fechou para reforma. Já estava na hora – a seleção e organização dos trabalhos era a mesma desde 1998. Mas valeu esperar.

A partir de sábado (15), às 11h, cerca de 500 obras pertencentes à instituição estarão em ‘Arte no Brasil: Uma História na Pinacoteca de São Paulo’.

O título da exposição dá dicas sobre sua intenção. “É mostrar como é representado o Brasil, como o Brasil vê o próprio Brasil”, define Ivo Mesquita, curador-chefe do museu.

Entre as obras, estão pinturas, esculturas, desenhos, gravuras e fotografias. Grande parte delas passou por processo de restauro – afinal, não é fácil chegar bem aos cem anos.

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As paredes baixas que dividiam as salas foram alongadas e o carpete, substituído por piso laminado em várias camadas, que protege o original. O resultado: salas mais amplas e iluminadas.

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O acervo ficou mais acessível aos turistas internacionais. As legendas das obras, os textos explicativos e o mapa da mostra estão disponíveis em três idiomas: português, inglês e espanhol.

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Distribuídas em 11 salas temáticas, as peças do acervo apresentam produções artísticas desde o período colonial. Na ala dedicada aos gêneros da pintura, há retratos, paisagens e naturezas-mortas, como a de Almeida Júnior (foto). E, em todos os ambientes, paredes destacadas em cinza exibem produções mais atuais (de artistas como Felipe Cohen, por exemplo), que dialogam com as peças do acervo.

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Quatro salas são dedicadas a mostras temporárias que exibem outras facetas do acervo ou traçam paralelos com ele. Entre elas, está uma seleção de antigos retratos que tem como pano de fundo o Parque da Luz – em alguns deles, é possível identificar, ao longe, a Pinacoteca.

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No caminho entre uma sala e outra, repare nas obras de Victor Brecheret (foto) e Amilcar de Castro da Galeria Tátil de Esculturas Brasileiras. Os deficientes visuais têm permissão para tocá-las – e sentir suas texturas.


A CULTURA QUE É UM COMBUSTÍVEL QUE DEVERIA FORTALECER NOSSO PAIS,APARECE ENTRE MILHARES DE NOTICIAS E PROGRAMAS PARA A FAMÍLIA BRASILEIRA.

QUANDO VEMOS OS ÍNDICES DO IBOPE UM SISTEMA QUE VERIFICA A QUANTIDADE DE PESSOAS QUE ESTÃO ASSISTINDO UM PROGRAMA,NOTAMOS O DECLÍNIO DA POPULAÇÃO A FAVOR DE NOVELAS,PROGRAMAS DE HUMOR E MAIS DO QUE ISSO DE TRAGÉDIAS COTIDIANAS.

AONDE FICA O SENSO CRITICO,A CULTURA E OS VALORES DE TRADIÇÕES DA LEITURA,DO BEM-ESTAR MENTAL E FÍSICO,ESSA NOTICIA GRACIOSAMENTE TRAZ A ESPERANÇA DA EDUCAÇÃO MILENAR QUE AGORA ESTÁ CADA VEZ MAIS AUSENTE NO BRASIL.




NOME: CAMILA DOMINGUES Nº08 3ºC

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