segunda-feira, 23 de maio de 2011

Quem é contra o Irã atômico levante a mão

A diplomacia brasileira jogou irresponsavelmente para
a plateia antiamericana mas perdeu feio nas Nações Unidas


Ana Claudia Fonseca
Richard Drew/AP
BIRRA
Maria Luiza Viotti, do Brasil, mantém o braço abaixado enquanto outros embaixadores 
do Conselho de Segurança votam a favor das sanções
 
A equipe diplomática do presidente americano Barack Obama precisou de oito meses para aprovar sanções econômicas e militares contra o Irã. Esta é a quarta vez desde 2006 que a teocracia islâmica é punida pela insistência em buscar a tecnologia para construir uma bomba atômica. Ao contrário do que pretendiam os Estados Unidos, contudo, o maior perdedor da votação no Conselho de Segurança (CS) das Nações Unidas, na quarta-feira passada, não foi o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad, mas a diplomacia brasileira. Dos quinze membros do CS, os representantes do Brasil e da Turquia foram os únicos a levantar a mão para dar um voto contrário à resolução. O Líbano se absteve, pois a coalizão que governa o país inclui o Hezbollah, organização paramilitar com influência iraniana. Até a China e a Rússia, países com poder de veto no conselho, aprovaram as sanções, apesar de terem vínculos comerciais estreitos com a república islâmica. Para agradarem a chineses e russos, as sanções ficaram muito aquém do desejado pelos Estados Unidos e dificilmente terão um impacto significativo na economia iraniana, pois não afetam os setores bancário e de energia. Ahmadinejad não tem com que se preocupar. A decisão da Turquia de apoiar os aiatolás, por sua vez, foi um risco calculado. O Irã e a Turquia são aliados na repressão aos curdos, minoria étnica que busca a independência em ambos os territórios. Para os turcos, portanto, havia uma razão estratégica para fazer um agrado aos vizinhos. Já o Brasil não tinha nenhum interesse direto em defender o Irã, a não ser a ambição fantasiosa de desempenhar o papel de pomba da paz.
A derrota diplomática começou a ganhar forma no mês passado, quando o presidente Lula foi a Teerã para fechar, com a ajuda do primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, um acordo que deveria eliminar as preocupações das grandes potências com o programa nuclear iraniano. O texto que Lula e Erdogan conseguiram arrancar de Ahmadinejad não convenceu ninguém, porque reiterava a intenção iraniana de continuar enriquecendo urânio, o combustível para a bomba, e não previa inspeções da ONU às instalações nucleares. Considerando o histórico do Irã em desrespeitar acordos e desenvolver em segredo tecnologia nuclear, era compreensível que a comunidade internacional não considerasse o acordo suficiente para livrar o regime persa das sanções. "Até este ponto, a diplomacia brasileira ainda teria como se sair bem, porque pelo menos podia alegar que tentou incentivar o Irã a voltar à mesa de negociação", diz o cientista político Peter Hakim, do Diálogo Interamericano, um centro de estudos em Washington. O Brasil perdeu a oportunidade de vender a imagem de mediador bem-intencionado ao deixar a neutralidade de lado e assumir a defesa incondicional do Irã. Após o acordo em Teerã, o governo brasileiro agiu como se tivesse sido ofendido pela decisão dos Estados Unidos de seguir com as sanções. Diz Hakim: "A diplomacia brasileira assumiu um discurso triunfalista e esqueceu-se de que não estava negociando com o Irã, apenas tentando uma mediação entre Ahmadinejad e as grandes potências".
Ao insistirem na validade do acordo, mesmo depois de ele ter sido recusado por americanos e europeus, e ao se oporem até o fim às sanções, Lula e seus assessores passaram a ser vistos como representantes dos interesses iranianos. "Se o propósito na votação do conselho era manter a coerência com o ideal do diálogo com Teerã, uma abstenção brasileira teria sido mais do que suficiente", diz Roberto Abdenur, ex-embaixador do Brasil em Washington. "Do modo como se comportou, o Itamaraty pôs-se na contramão da história, sem ganhar nada em troca." A patacoada iraniana só serviu para consolidar a convicção do governo americano de que, por enquanto, o Brasil não é um parceiro confiável. Na semana passada, a secretária de Estado Hillary Clinton fez uma visita a quatro países da América do Sul com o objetivo de pôr nos eixos questões diplomáticas mal resolvidas, como as relações bilaterais com o Equador e a reintegração de Honduras à Organização dos Estados Americanos (o país foi expulso após a deposição do presidente Manuel Zelaya, que planejava um autogolpe). O Brasil não estava no roteiro de Hillary. "O governo americano pode estar esperando pela escolha do próximo presidente brasileiro antes de tentar uma reaproximação", diz o americano Flynt Leverett, ex-assessor externo da Casa Branca. Soa como uma derrota de fim de mandato para a diplomacia lulista.
Concerteza o Brasil tomou a melhor decisão a ser tomada, não olhou para o próprio pais mas olhou para i resto do mundo também, a melhor forma de entrar em um acordo é com conversa e paz,  o Brasil tomando essa atitude conquistou um pouco a confiança do Irã, fez isso não para seu beneficio próprio mas para manifestar a paz entre todos os países , que estavam contra o Irã.


sábado, 21 de maio de 2011

Brasileiros contra enchente

As enchentes são calamidades naturais ou não que ocorrem quando um leito natural recebe um volume de água superior ao que pode comportar resultando em transbordamentos. Podem ocorrer em lagos, rios, córregos, mares e oceanos devido a chuvas fortes e contínuas.

Em áreas rurais ocorre com menos freqüência, pois o solo bem como a vegetação se compromete a fazer a evacuação da água pela sucção da mesma provocando menores prejuízos. Normalmente ocorre com menos força não atingindo consideráveis alturas que provocariam a perda de alimentos armazenados, de máquinas e outros objetos. Já nas áreas urbanas, ocorre com maior freqüência e força trazendo grandes prejuízos. Acontece pela interferência humana deixando assim de ser uma calamidade natural. A interferência humana ocorre em vários estágios começando pela fundação de cidades em limites de rios, pelas alterações realizadas em bacias hidrográficas, pelas construções mal projetadas de diques, bueiros e outros responsáveis pela evacuação das águas e ainda pelo depósito errôneo de lixo em vias públicas que com a força das águas são arrastados causando o entupimento dos locais de saída de água. 
Como se percebe, as enchentes na maioria das vezes ocorrem como conseqüência da ação humana. Das dificuldades que uma enchente provoca pode-se destacar: 
O abandono dos lares inundados,
A perda de materiais, objetos e móveis inundados ou arrastados pela água, 

A contaminação da água por produtos tóxicos,
A contaminação da água com agentes patológicos que provocam doenças como amebíase, cólera, febre amarela, hepatite A, malária, poliomielite, salmonelose, teníase entre outras. 

A contaminação de alimentos pelos mesmos agentes patológicos acima citados.

Além das atividades já citadas que colaboram com as formações de enchentes também devemos nos lembrar que as áreas urbanas são mais propícias à enchentes porque o solo dessas regiões são impedidos pelos asfaltos de absorver a água e também pela falta de vegetação ou pouca vegetação que contribui com a sucção da água. 

Para impedir a continuação das enchentes e que inúmeras famílias percam seus patrimônios pode-se construir barragens e reservatórios em áreas de maior risco, bueiros e diques espalhados pela cidade com sua abertura protegida para impedir a entrada de lixos e ainda a conscientização da população para que não deposite lixo nas vias públicas.

 As pessoas lutam contra sua própria escolha. Muitas vezes não paramos para pensar que os lixos que jogamos nas ruas ou em lugares indevidos podem voltar e nos prejudicar no futuro, claro que a culpa não é só da população, mas do governo que não se importa nem em fazer campanhas de conscientização ou fiscalização nos bueiros lixões e aterros sanitários. Preocupam-se com a “embalagem” não com o que tem dentro, por exemplo:
O que importa se os aterros estão lotados e podem explodir. O importante é que as estas de lixo na cidade estão vazias.

Nome: Amanda Pedroso     N°:03   3°C

O que são, exatamente, os gases de efeito de estufa?

Quando falamos em gases de efeito de estufa (ou gases-estufa) e nas mudanças climáticas, em geral o dióxido de carbono recebe mais atenção. Existem alguns outros, embora o CO2 seja, consideravelmente, o mais importante.
O que todos os gases-estufa têm em comum é que eles permitem a entrada de luz solar na atmosfera, mas absorvem parte da radiação infravermelha que deveria sair do planeta. Com isso, o ar se aquece.
A existência de certa quantidade de gases de efeito estufa é benéfica. Sem eles, a temperatura média da superfície da Terra ficaria por volta de 18°C negativos – ou seja, nada agradável. Os gases-estufa ajudam a manter a superfície da terra a uma temperatura média muito mais agradável – por volta de 15°C. No entanto, por conta das concentrações cada vez maiores de gases-estufa produzidos pelo homem na era moderna, estamos elevando a temperatura média do planeta e criando as perigosas mudanças climáticas que vemos ao nosso redor. O CO2, em geral, é considerado o principal culpado, pois responde por 80% do total das emissões de gases-estufa.
Quando queimamos combustíveis fosseis ( petróleo , gás natural e carvão), seja em casa, nos carros , fábricas ou usinas elétricas , quando cortamos ou queimamos florestas , ou ainda quando produzimos cimento, liberamos CO2 na atmosfera.
Assim como o CO2, o metano e o óxido de nitrogênio também já existiam antes de nossa presença na Terra, mas aumentaram de forma expressiva em decorrência da atividade humana. Atualmente, 60% do metano na atmosfera é produzido pelo homem:ele vem de aterros sanitários , fazendas de criações de animais , queima de combustíveis fosseis , tratamento de água e esgoto, e outras atividades. Nas grandes fazendas de criação de gado, o excremento líquido é armazenado em enormes tanques que emitem metano. Em contraste, o excremento seco, deixado no campo, não tem esse efeito.
O Óxido Nitroso (N2O) – outro culpado pelo efeito estufa-também ocorre naturalmente, mas nós acrescentamos mais 17% desse gás na atmosfera apenas durante a nossa era industrial,provindo de fertilizantes, de combustíveis fosseis da queima de florestas e de resíduos das plantações.
O hexafluoreto de enxofre (SF6), os PFCs [ perfluorcarbonos ] e os  HFCs [hidrofluorcarbonetos ] são gases causadores do efeito estufa produzidos exclusivamente pela atividade humana .
Não é de surpreender que as emissões desses gases estejam em elevação.
Os HFCs são usados como substitutos dos CFCs [clorofluorcarbonetos], que foram proibidos porque suas emissões, provindas de sistemas de refrigeração e outros, estavam destruindo a camada de ozônio. Os CFC também são gases estufa muito potente. Os PFCs  e os SF6 são liberados na atmosfera por atividades industriais como a fundição de alumínio e a fabricação de semicondutores, assim como pela rede elétrica que traz iluminação as nossas cidades.
E finalmente, o vapor da água, que é um gás-estufa natural, aumenta de volume com a elevação das temperaturas, ampliando assim o impacto de todos os gases-Estufa artificiais.


A atual crise climática talvez dê a impressão de ocorrer lentamente; mas na verdade ela está acontecendo, e já se tornou uma emergência planetária.
Porque nossos lideres parecem não escutar os sinais de alerta? Estariam eles resistindo a reconhecer a verdade porque sabem que , no momento em que o fizerem, terão de enfrentar e agir? Ou será apenas mais conveniente ignorar os alarmes? Talvez seja; mas o fato é que as verdades não desaparecem apenas por não serem vistas,uando ninguém reage a elas , sua importância nao diminui , mas aumenta. 

Marilise Ferreira Costa      n°: 27   3°C

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Consumistas

Entenda a cabeça dos adolescentes brasileiros e saiba o porquê de nossa nova geração consumir 47% a mais que os jovens americanos.


Os Jovens entre 15 e 22 anos de hoje não possuem apenas um sonho. Eles possuem vários. E quais são esses sonhos? Celulares? iPods? Carros?Cada um com sua expectativa e seu desejo mais íntimo. O simples fato de gastar já faz destes jovens uma espécie de consumidores mirins, que por incrível que pareça representa uma enorme parcela na economia nacional. Os números não erram e não há como negar: os jovens estão comprando mais a cada dia.

De acordo com a psicóloga Maura de Albanesi, o jovem ainda não sabe definir-se e por isso precisa pertencer a um grupo que, de certa forma passa a definir quem ele é. Pense em uma patricinha, um punk ou em um hippie. Isso explica o simples fato de compras desenfreadas e atitudes infantis quando o dinheiro está em pauta. Um dos maiores exemplos é a compra impulsiva, que depois de realizada traz o sentimento de culpa "Quando consigo achar e comprar o que quero, fico feliz e mais disposto. Mas se compro, só por comprar, acabo ficando com culpa e peso na consciência por ter gastado muito", revela Luigi Müller, 16 anos que se declara um comprador responsável e jura que só compra quando realmente precisa. Será?

"A roupa que o jovem veste deve ter uma etiqueta, uma marca forte e em evidência. É uma forma de mostrar status, de dizer como se vive, é assim que ele se identificará, e não se constrangerá tendo que dizer para os outros quem ele é, coisa que ele ainda não sabe" afirma Maura.  Mais um forte indicio de que a personalidade dos 'teenagers' ainda não esta pronta para encarar uma vida de verdade.

O desejo e a vontade de ter aquilo que o amigo possui também é um fator agravante na vida dos 'jovens consumidores', que reparam mais no que o outro está usando, e o julga e o rótula a partir destes emblemas. Não é de se espantar então que a vontade de compra dos jovens brasileiros seja maior que a dos americanos; segundo pesquisa realizada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), 70% dos jovens brasileiros se interessam por compras, enquanto nos Estados Unidos o percentual é de apenas 33%.

Juntos são 28 milhões de brasileiros nessa faixa etária e movimentam aproximadamente 30 bilhões de reais por ano, possuindo o poder de influenciar os pais em compras desnecessárias como carros, roupas e aparelhos eletrônicos; chegando a um montante de mais de 92 bilhões em apenas 12 meses. E é nos muitos shoppings centers que essa nova geração faz a festa. Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos-Marplan assustadores 37% dos jovens realizam suas compras em shoppings, contra apenas 33% dos adultos.

Os desejos não param de crescer e o poder de compra desses jovens também não. Elisa Assumpção viaja para o exterior duas vezes por ano e em ambas as viagens, as compras já vão pré-programadas: "Sou fã das marcas Prada, Miu Miu e Apple, então a cada viagem para fora do país pelo menos uma peça de roupa e um gadget eu tenho que trazer". 


Para mim, o fator compras não passa de um hábito cotidiano: "Costumo visitar lojas com mais freqüência quando estou com amigos e em promoções, vou ao supermercado todos os dias e tenho um péssimo hábito de comprar coisas caras.
Mas como contornar essa situação? a solução do problema está mais próximo do que se imagina:
 "Quando o adolescente ingressar no mercado de trabalho irá verificar por si só que outras coisas lhe serão exigidas, além da aparência e do poder aquisitivo
. Ter mais responsabilidades é uma delas e com isso o jovem vai descobrir as suas qualidades e aos poucos abandonar as etiquetas externas e as compras excessivas".

Você é do tipo que faz compras sem necessidade? Deixe seu comentário!

Melissa Ferreira Costa 

O consumo devidamente acostumado

Todos sabem que na atualidade ao vermos uma propaganda de um produto novo e de alta tecnologia não ter o desejo de comprar é difícil, muitas vezes desnecessário onde não sabemos nada de seu processo industrial e suas conseqüências. O documentário “A história das coisas” nos traz a uma reflexão de um mundo capitalista, separando em etapas a fabricação dos produtos que consumimos.


É valido ressaltar que esse processo envolve as gerações futuras; com retira da matéria-prima do nosso planeta e a exploração dos recursos naturais promovem para alguns daqueles chamados de “defensores do meio-ambiente” criticas devido à falta de consciência, pois eles também vivem em uma sociedade capitalista.


As outras etapas desse processo capitalista envolvem o consumismo praticado por milhões de pessoas que não se dão conta de sua responsabilidade nesse processo desastroso e hipócrita. Temos como exemplo os jovens que neste século consomem desenfreados produtos desnecessários por terem em mãos facilidades aqueles típicos cheques, cartões de credito etc.


Ao analisar esse documentário nós damos conta de como temos uma grande responsabilidade sobre a saúde de nosso planeta, infelizmente muitas pessoas não chegaram a esse entendimento. No Japão, por exemplo, por terem uma industrialização tão intensa uma grande parcela de seus habitantes muda seus pertences eletrônicos e eletrodomésticos de tal freqüência que o lixo desse país possui vários objetos considerados novos.


Definitivamente o consumismo não se trata só de apenas comprar, mas de processo com muitas conseqüências devido à exploração o documentário apenas ser de ferramenta para um entendimento mais simples desse consumismo desenfreado.



Documentário A história das coisas


Nome: Camila Domingues n° 8  3°C

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Plastivida questiona medida radical contra as sacolas plásticas, pede diálogo ao governo paulista e alerta que consumidor será penalizado.

Foi com surpresa que a Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos recebeu a notícia sobre o posicionamento do Governo de São Paulo e da APAS (Associação Paulista de Supermercados), que anunciaram, no último final de semana, um acordo com vistas ao banimento de sacolas plásticas no Estado até o final do ano. Segundo o anúncio, cada nova sacola seria cobrada do consumidor a R$ 0,19.

Há poucos dias, no entanto, o Governo do Estado havia anunciado a constituição de um Grupo de Trabalho para em 45 dias anunciar medidas em relação às sacolas plásticas. O anúncio falava em ouvir todos os setores envolvidos, inclusive a indústria, o que não aconteceu.

A preocupação da Plastivida, que representa a cadeia produtiva dos plásticos até seu descarte no pós-consumo, é que esse tipo de acordo possa penalizar o consumidor, quando existem alternativas concretas de redução do consumo que preservam o meio ambiente, sem ferir o direito de escolha de cada um.

Queremos ter o direito de apresentar ao Secretário Bruno Covas o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, que conta com o apoio da ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados) e de 5 das 10 maiores redes de supermercado e que pode proporcionar uma redução do consumo de pelo menos 30% do volume total de sacolas. Já há resultados concretos neste sentido, que levaram à redução de 4 bilhões de sacolas desde que o Programa foi implementado em 2007 até hoje. Este Programa, inclusive, foi reconhecido pelo Ministério do Meio Ambiente como um exemplo de sucesso.

Desenvolvido pela Plastivida, Instituto Nacional do Plástico (INP) e Associação Brasileira da indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief), o Programa está presente em oito capitais (São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Goiânia, Brasília, Rio de Janeiro, Recife e Florianópolis), e segue com o objetivo de alcançar e até mesmo ultrapassar a marca dos 30% de redução no uso de sacolas plásticas até 2012.

As entidades também lançaram em 2010 a Escola de Consumo Responsável, um projeto itinerante que tem levado os conceitos de uso responsável e descarte adequado dessas embalagens para todo o País.

É necessário equilíbrio ao tratar das questões ambientais

A Plastivida reforça que as ações de preservação ambiental devem ser equacionadas para que, além de eficazes, não gerem prejuízos ao consumidor. A população utiliza a sacola plástica para acondicionar o lixo doméstico, assim como para outros tantos usos, o que representa economia. Na falta dessa embalagem, o consumidor deverá comprar sacos de lixo? Embalar o lixo em plástico é uma recomendação dos órgãos de saúde do país, para que se evitem contaminações.

O casamento das sacolas plásticas com a preservação do meio ambiente pode ser observado no estudo encomendado pelo governo Britânico sobre o impacto ambiental de diversos tipos de sacolas de supermercado. O estudo verificou o ciclo de vida de sacolas de algodão, ecobags, sacos de papel e sacolas plásticas tradicionais e o resultado apontou que a proporção de matéria prima usada nas sacolinhas em comparação com as tantas possibilidades de reutilização que elas oferecem as fazem ser mais sustentáveis que os outros tipos de sacola.

Outro importante dado do estudo é que, devido ao fato da sacolinha plástica apresentar o menor peso dentre as opções analisadas, ela apresenta, em seu processo produtivo, a menor
geração de CO2 frente às outras opções. Não há justificativa para se falar em banimento quando estudos científicos mostram que a sacola de plástico leva vantagem sobre outros materiais em oito das nove categorias de avaliação.




O meio ambiente nesses últimos anos vem nos trazendo muitas preocupações. Nós como seres humanos devemos nos preocupar em cuidar do lugar onde vivemos e onde gerações futuras irão viver.


Muitas pessoas não se dão conta do mal que podem estar fazendo a nosso meio ambiente quando se é jogado um papel de bala no chão, ou quando se usa água de mais, e assim por diante.


Agora como se pode ver em muitas reportagens, querem proibir o uso de sacolas plásticas e assim serão trocadas por sacolas de algodão, ecobags e também sacolas de papel como se essas sacolas também não agredissem o meio ambiente, devemos pensar que a sacola plástica é de muita utilidade para a população, pois além de servir para transportar suas compras elas também servem para acomodar o seu lixo doméstico. O que a maioria das pessoas não pensam é que a sacola além de tudo é reciclável, assim não tendo que retirar mais matéria prima para que se produza mais.


Devemos analisar que o banimento de qualquer produto, seja a sacola plástica ou outro qualquer não será a solução para nosso planeta. Na sociedade em que vivemos onde todos consomem livremente, não apenas sacola, mas também a água, combustíveis entre outros, a maneira mais simples de não prejudicar o meio ambiente a ainda conseguir usufruir dos seus recursos é que a população faça o uso responsável de muitos produtos, como a sacola plástica!


Caroline Fernandes Christofolini




Nome: Caroline Fernandes christofolini n°: 09 série: 3°C

Renovável para um futuro limpo


Painel do clima da ONU dá o veredito: energias renováveis podem substituir os combustíveis fósseis; basta querer.


Investir em renováveis é solução para o aquecimento do planeta. ©Greenpeace/Rodrigo Baleia 
Alimentar o mundo com energia renovável é bom, bonito e se torna mais barato a cada dia. Essa é uma das conclusões de um relatório que o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), ligado a ONU, lança hoje.
O documento se debruça especificamente no mercado de renováveis, como forma de reduzir as emissões de gases-estufa ao mesmo tempo que alimenta o mundo com energia: apenas 2,5% de todas as fontes renováveis disponíveis no mundo seriam suficientes para suprir 80% da demanda mundial em 2050, e isso com as tecnologias existentes hoje.
O relatório, conhecido como SRREN (sigla em inglês para Relatório Especial sobre Fontes Renováveis de Energia), já nasce como o documento-base a ser usado pelos países para nortear decisões de investimento neste setor. Nesse sentido, o IPCC dá um recado: para aproveitamento do potencial, é preciso avançar em políticas energéticas voltadas ao mercado, com retirada de barreiras comerciais que hoje impedem seu crescimento e criação de incentivos financeiros diferenciados.
“Esse é um convite aos governos para começar uma revisão radical de suas políticas e colocar a energia renovável no centro das atenções”, afirma Sven Teske, diretor da campanha de Renováveis do Greenpeace Internacional, e um dos autores principais do estudo. O cenário Revolução Energética, produzido pelo Greenpeace em parceria com o Conselho Europeu de Energia Renovável (Erec) e a Agência Espacial Alemã (DLR), foi escolhido como um dos balizadores do SREEN.
O cenário já foi adaptado para a realidade do Brasil, um dos países com maior potencial em renováveis. “O potencial eólico nacional pode atender ao triplo da demanda atual  do brasileiro e o solar pode atender a até 20 vezes a demanda energética atual”, afirma Ricardo Baitelo, coordenador da campanha no Brasil. “Apesar do bom momento do crescimento eólico no país, as demais fontes renováveis não apresentam quadros animadores por conta de falta de políticas de incentivo e priorização. O Brasil ainda precisa fazer essa lição de casa.”


Link: http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Renovavel-para-um-futuro-limpo/

Jéssica Moraes Lopes

Jéssica Lopes    N° 18  SÉRIE:3°C

domingo, 15 de maio de 2011

O Brasil quer e precisa da bomba atômica

O Brasil agora mais do que antes aspira ter a tecnologia nuclear para desenvolver a bomba atômica, pois todos os fatos nos levam a crer que isto está ocorrendo. O próprio ex-presidente brasileiro José Alencar (1932-2011) afirmou isto em uma entrevista dizendo: “Arma nuclear usada como instrumento dissuasório é de grande importância para um país com 15.000 quilômetros de fronteiras e um mar territorial com petróleo na camada pré-sal. Dominamos a tecnologia nuclear. Temos de avançar nisso aí” ¹, logo vemos um total apoio a tecnologia nuclear do governo petista e peemedebista que perdura até hoje com a Presidente Dilma e o vice Michel Temer.
O domínio da tecnologia nuclear é de extrema importância para a economia, já que com isto não se obtém somente energia para a bomba, mas também energia elétrica e auxilia em tratamentos médicos com o enriquecimento de urânio até 20%. Devemos desde já nos acostumar com um Brasil que será uma economia de grande porte junto com outros países emergentes como a Federação Russa, a Índia e China, portanto devemos defender nossas riquezas como a água que temos em abundância, o petróleo do pré-sal – como disse nosso ex-presidente, os minérios entre outras coisas, e devemos desde já renovar nossa defesa que se encontra em situação precária, a tecnologia nuclear é uma das coisas que aumentaria em grande escala nossa defesa.
O ex-ministro Alberto Mendes Cardoso, ex-chefe da Casa Militar e do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) no governo Fernando Henrique Cardoso confirma que o país já possui a tecnologia para desenvolver uma bomba atômica², mas o Ministro da Defesa Nelson Jobim nega que o Brasil esteja fazendo experimentos nucleares, porém os fatos dizem o contrário uma vez que essa tecnologia nuclear voltou a ser pesquisada no próprio governo Lula para a construção do submarino com combustível nuclear e coincidentemente no mesmo governo há uma resposta para a pesquisa, essa resposta é a pesquisa de Simulação numérica de detonações termonucleares em meios Híbridos de fissão-fusão implodidos pela radiação feita no Instituto Militar de Engenharia (IME) do Exército, simulação que comprovou que o Brasil sabe desenvolver uma ogiva nuclear e que basta apenas querer desenvolver.
Especialistas dizem que o Brasil construir ogivas nucleares tiraria a paz da América Latina, outros fatos indicam o contrário à construção das mesmas ogivas na Índia, Paquistão e até mesmo na Coréia do Norte não trouxeram a guerra para estes países, por qual motivo traria ao nosso?

[1] Disponível em: <http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI150601-15223,00.html> Acesso em: 10 de maio de 2011 às 15hs33min.
² Disponível em: < http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI3962704-EI306,00-Exministro+militar+confirma+que+Brasil+sabe+fazer+bomba+atomica.html> Acesso em: 10 de maio de 2011 às 15hs57.

Jordy Davantel
Autor: Jordy Davantel