quarta-feira, 18 de maio de 2011

Plastivida questiona medida radical contra as sacolas plásticas, pede diálogo ao governo paulista e alerta que consumidor será penalizado.

Foi com surpresa que a Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos recebeu a notícia sobre o posicionamento do Governo de São Paulo e da APAS (Associação Paulista de Supermercados), que anunciaram, no último final de semana, um acordo com vistas ao banimento de sacolas plásticas no Estado até o final do ano. Segundo o anúncio, cada nova sacola seria cobrada do consumidor a R$ 0,19.

Há poucos dias, no entanto, o Governo do Estado havia anunciado a constituição de um Grupo de Trabalho para em 45 dias anunciar medidas em relação às sacolas plásticas. O anúncio falava em ouvir todos os setores envolvidos, inclusive a indústria, o que não aconteceu.

A preocupação da Plastivida, que representa a cadeia produtiva dos plásticos até seu descarte no pós-consumo, é que esse tipo de acordo possa penalizar o consumidor, quando existem alternativas concretas de redução do consumo que preservam o meio ambiente, sem ferir o direito de escolha de cada um.

Queremos ter o direito de apresentar ao Secretário Bruno Covas o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, que conta com o apoio da ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados) e de 5 das 10 maiores redes de supermercado e que pode proporcionar uma redução do consumo de pelo menos 30% do volume total de sacolas. Já há resultados concretos neste sentido, que levaram à redução de 4 bilhões de sacolas desde que o Programa foi implementado em 2007 até hoje. Este Programa, inclusive, foi reconhecido pelo Ministério do Meio Ambiente como um exemplo de sucesso.

Desenvolvido pela Plastivida, Instituto Nacional do Plástico (INP) e Associação Brasileira da indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief), o Programa está presente em oito capitais (São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Goiânia, Brasília, Rio de Janeiro, Recife e Florianópolis), e segue com o objetivo de alcançar e até mesmo ultrapassar a marca dos 30% de redução no uso de sacolas plásticas até 2012.

As entidades também lançaram em 2010 a Escola de Consumo Responsável, um projeto itinerante que tem levado os conceitos de uso responsável e descarte adequado dessas embalagens para todo o País.

É necessário equilíbrio ao tratar das questões ambientais

A Plastivida reforça que as ações de preservação ambiental devem ser equacionadas para que, além de eficazes, não gerem prejuízos ao consumidor. A população utiliza a sacola plástica para acondicionar o lixo doméstico, assim como para outros tantos usos, o que representa economia. Na falta dessa embalagem, o consumidor deverá comprar sacos de lixo? Embalar o lixo em plástico é uma recomendação dos órgãos de saúde do país, para que se evitem contaminações.

O casamento das sacolas plásticas com a preservação do meio ambiente pode ser observado no estudo encomendado pelo governo Britânico sobre o impacto ambiental de diversos tipos de sacolas de supermercado. O estudo verificou o ciclo de vida de sacolas de algodão, ecobags, sacos de papel e sacolas plásticas tradicionais e o resultado apontou que a proporção de matéria prima usada nas sacolinhas em comparação com as tantas possibilidades de reutilização que elas oferecem as fazem ser mais sustentáveis que os outros tipos de sacola.

Outro importante dado do estudo é que, devido ao fato da sacolinha plástica apresentar o menor peso dentre as opções analisadas, ela apresenta, em seu processo produtivo, a menor
geração de CO2 frente às outras opções. Não há justificativa para se falar em banimento quando estudos científicos mostram que a sacola de plástico leva vantagem sobre outros materiais em oito das nove categorias de avaliação.




O meio ambiente nesses últimos anos vem nos trazendo muitas preocupações. Nós como seres humanos devemos nos preocupar em cuidar do lugar onde vivemos e onde gerações futuras irão viver.


Muitas pessoas não se dão conta do mal que podem estar fazendo a nosso meio ambiente quando se é jogado um papel de bala no chão, ou quando se usa água de mais, e assim por diante.


Agora como se pode ver em muitas reportagens, querem proibir o uso de sacolas plásticas e assim serão trocadas por sacolas de algodão, ecobags e também sacolas de papel como se essas sacolas também não agredissem o meio ambiente, devemos pensar que a sacola plástica é de muita utilidade para a população, pois além de servir para transportar suas compras elas também servem para acomodar o seu lixo doméstico. O que a maioria das pessoas não pensam é que a sacola além de tudo é reciclável, assim não tendo que retirar mais matéria prima para que se produza mais.


Devemos analisar que o banimento de qualquer produto, seja a sacola plástica ou outro qualquer não será a solução para nosso planeta. Na sociedade em que vivemos onde todos consomem livremente, não apenas sacola, mas também a água, combustíveis entre outros, a maneira mais simples de não prejudicar o meio ambiente a ainda conseguir usufruir dos seus recursos é que a população faça o uso responsável de muitos produtos, como a sacola plástica!


Caroline Fernandes Christofolini




Nome: Caroline Fernandes christofolini n°: 09 série: 3°C

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