A cada cinco aprovados, a quinta vaga fica destinada a um negro ou índio.
'Começamos a mudar a imagem do serviço público', diz Cabral.
O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, assinou no Palácio Guanabara, nesta segunda-feira (6), decreto que reserva 20% das vagas para negros e índios em concursos públicos para preenchimento de cargos efetivos na administração pública direta e indireta no estado.
"Tem alguma coisa mais nojenta que o preconceito. É o que há de pior, a gente não pode aceitar. Picharam a imagem de Zumbi na Presidente Vargas e, hoje, a estátua está limpa e o decreto está assinado", disse Cabral. "E a imagem do serviço público brasileiro começa a mudar a partir do Rio de Janeiro", acrescentou o governador.
Os candidatos deverão se declarar negros ou índios no momento da inscrição no concurso. Mas a autodeclaração é facultativa: caso o candidato opte por não entrar no sistema de cotas, ele fica submetido às regras gerais do concurso. Para serem aprovados, todos os candidatos – inclusive índios e negros autodeclarados – precisam obter a nota mínima exigida. Se não houver negros ou índios aprovados, as vagas das cotas voltam para a contagem geral e poderão ser preenchidas pelos demais candidatos, de acordo com a ordem de classificação.
A nomeação dos aprovados também obedece à classificação geral do concurso, mas a cada cinco candidatos aprovados, a quinta vaga fica destinada a um negro ou índio.
no meu ponto de vista não concordo e nem acho certo existir reservas de vagas para índios e negros, pois para mim o preconceito já começa ai, pois um negros e um índio não tem menos capacidade de um branco para passar no vestibular. todos dizem que querem acabar com o preconceito, mais com essas atitudes só estão aumentando cada vez mais, pois a cor da pele de uma pessoa não a deixa menos inteligente do que outra.
nome: Amanda Pedroso n°: 03 3°C
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